City Diver

City Diver Talks

Cidadãos das duas maiores metrópoles brasileiras. Gente que tem a rua como seu território. Eles são ON-THE-GO e você vai conhecer suas histórias aqui, nas próximas semanas. Caminhe com eles e inspire-se.

ENJOY!

ANNA BOOGIE E SOFIA // #MOMPWRFIEVER

A segunda MOM PWR da série FIEVER City Diver Talks é a Anna Boogie. Formada em moda, hoje a Anna é fashion stylist da Karol Conka e, por isso, está sempre buscando referências na moda de rua. “Amo viajar pelo mundo e entender como a moda e a cultura influenciam a vida das pessoas. Sempre me surpreendo nos EUA com as pessoas perguntando umas para as outras - sem ao menos se conhecerem - de onde é tal artigo, acho isso o máximo!”, conta. Sua outra paixão na vida é a filha Sofia, de 11 anos, que aparece nos cliques. Mas não é a única: “também temos a Stella de, 3 anos, e a Mariah, minha enteada, de 24. A partir do momento que a Sofia nasceu, senti um botãozinho de poder que ligou em mim muito grande. Ser mãe realmente é viver intensamente todos as fases e obstáculos. Me sinto muito feliz e realizada!”

O famoso jogo de cintura das mães também ajuda no trabalho. Aliás, ser PWR em casa e na vida profissional é o grande desafio! “A quantidade de coisas que a gente tem que resolver ao mesmo tempo e, mesmo assim, não nos deixar de lado e evoluir profissionalmente... Quero passar pras minhas filhas que faço tudo pra elas e que também tenho o meu trabalho, com uma rotina nem sempre normal, mas que elas sintam orgulho de mim. Às vezes pego elas repetindo alguma coisa que aprenderam comigo ou me ouviram falar e fico orgulhosa. A gente tem que criar mulheres fortes!”"

A ligação com as filhas chega até o estilo, já que, assim como a mãe, elas já estão começando sua própria coleção de tênis. “Eu adoro isso! A moda hoje te proporciona sair cedo de casa e fazer todos os compromissos e trabalhos que você tem com a mesma roupa. O estilo esportivo está totalmente ligado ao meu lifestyle, adoro o despojamento e o conforto. Tenho uma coleção de tênis imensa!”

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BEBEL E DUDA MORAES // #MOMPWRFIEVER

A série FIEVER City Diver Talks segue em clima de Dia das Mães. E, dessa vez, nossa personagem MOM PWR é a stylist Bebel Moraes que fotografou ao lado da sua filha Duda, com quem ela tem uma relação de muita parceria. Aliás, não só com a Duda, mas com seu filho Gabriel e sua filha de coração, a Maria. “Acho que nós, mulheres, somos todas PWR, mães ou não. Eu e meus filhos temos prazer em estar juntos, curtir, rir, viajar. Existe uma troca maravilhosa entre nós, aprendo todos os dias com eles. Tem muito amor envolvido na nossa história”, conta.

Como stylist, a Bebel está sempre envolvida em campanhas de grandes marcas e, por isso, sempre buscando novas inspirações, principalmente em viagens. “As inspirações estão em todos os lugares, mas é viajando que o olhar fica mais descondicionado e curioso. O novo e a ausência da rotina te fazem enxergar outras cores”, explica. A rua, mais uma vez, é palco de tudo isso: “é onde tudo acontece e onde tudo se transforma, estar em movimento é estar vivo, fundamental em qualquer profissão”."

Apesar de viver e respirar moda, a Bebel considera seu estilo muito mais “low profile”. “Tenho meu estilo próprio, me preocupo com a estética, mas respeito meu corpo e minha essência, visto o que acredito, o que me sinto bem, confortável e o que acho charmoso!”

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YASMIN VOLPATO// @yasminvolpato

A Yasmin Volpato é a oitava personagem da série FIEVER City Diver Talks onde apresentamos cidadãos do Rio de Janeiro e São Paulo que tem a rua como seu território, trabalho e paixão. Mas o território da Yasmin, apesar de ser fora de casa, na rua, não é de concreto. A catarinense é Off Girl - ela está em três programas do Canal Off - e tem o mar como trabalho, lazer e terapia. "É a relação que eu tenho mais linda. A praia pra mim é minha fonte de energia. Vou pra ficar em silêncio, pra ouvir música, pra ficar sozinha, pra me encontrar, encontrar outras pessoas. Amo. Chama que eu vou!"

Essas idas e vindas da praia influenciam 100% seu modo de se vestir! "Têm dias que eu acordo louca pra me arrumar, outros que quero colocar a roupa do meu pai, chinelo e só. Gosto de me vestir de um jeito que eu me olhe no espelho e realmente me enxergue."

Como estudante de psicologia, a Yasmin tá sempre em movimento e observando o movimento do próximo. "A vida é isso. Se ficar parado nada acontece. Adoro andar e analisar a diversidade de pessoas que existem nesse mundo. Ver que cada um tem sua singularidade, tanto de se vestir, como de olhar, caminhar", conta. Taí a beleza do mundo, né?

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LUANDA VIEIRA // @luandavieira

A Luanda Vieira é mais uma personagem de São Paulo da série FIEVER City Diver Talks. Pela escolha do lugar das fotos e do seu look, já dá pra perceber que ela curte cores. “Eu me sinto um pouco o Beco do Batman: colorida, sempre mudando e com várias histórias representadas pelas minhas mais de 20 tatuagens pelo corpo. Todas elas contam um período da minha vida, detalhes importantes que devem ser gravados, como o significado de um amor, a importância de resistir, o crescimento após traumas e a busca por harmonia”, conta. “Não poderia ter expressão melhor para me definir: on-the-go! Estou sempre buscando me reinventar, melhorar e fazer diferença de alguma forma. Vivo mudando a cor das minhas tranças, por exemplo. Já foram lilás, verde, azul, cinza, laranja e quem sabe qual será a próxima cor ou o próximo modelo? Change to stay the same!”

Jornalista e fotógrafa, a Luanda se relaciona com as ruas de uma forma muito próxima. “Eu escolhi olhar para a rua com amor. É dela que vem o meu estilo, as minhas referências. Na rua encontro a minha essência”, explica. E não para por aí: a rua e o street style são ferramentas fundamentais pro projeto de vida da jornalista que é o empoderamento de mulheres negras através de textos, fotos e da moda. O movimento, que já existia no seu Instagram pessoal, ganhou uma página no Facebook. “Eu não falo diretamente sobre feminismo, sobre representatividade, mas acredito que o conjunto de imagens é forte a ponto de tocar aquela menina negra que não se sente bonita ou capaz de conseguir qualquer coisa.”

Mesmo quando ainda trabalhava no mundo corporativo, que ela acabou de deixar pra trás – 2017, ano de mudanças! – o tênis era seu must de sempre. “Acredito que o street style seja essa coisa mais natural, que surge das ruas, das tribos, sem compromisso, de acordo com a personalidade e vontade de cada um. O tênis me acompanha do cinema ao casamento!”

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YAYA MIURA // @yayamiura

A Yaya Miura, 6ª personagem da série FIEVER City Diver Talks, é estudante de design de moda e Beauty Artist em um salão na Paulista. Aliás, as fotos da série foram feitas ali pertinho, na Passagem Literária da Consolação. “A Paulista é o lugar de SP que eu mais passo o meu tempo: trabalho aqui, estudo 15 minutos de onde eu trabalho e fim de semana também estou na Paulista. Como uma boa paulistana, eu amo esse lugar!”

Estar em modo beta, sempre em transformação, faz parte do seu estilo de vida e rotina, já que a estudante é responsável pela mudança de cabelo e pelas makes ousadas nas clientes. “A gente possibilita que as mulheres conheçam outras versões de si mesmas e não tem coisa melhor que isso!”, conta. “Isso refletiu muito na minha imagem física também, já passei por 728292 transformações e já tive mil cores e cortes de cabelos diferentes. Eu amo mudar, amo ser o que eu quiser ser. Agora estou de pretinho básico, mas quem sabe qual é a próxima que vou aprontar?” E o mood pra se vestir e montar vai da cabeça aos pés: “se eu estou super alegre quero um holográfico, se estou mais básica, opto por um pretinho. Mais uma vez, possibilidades...”

A correria, típica dos grandes centros urbanos, faz parte do lifestyle da estudante. “Mesmo não tendo tempo pra um cafezinho tradicional na mesa, a gente não desanima, pega o café com leite na garrafinha térmica e já corre pro metro, sem perder o ânimo e o brilho, é claro! Ser ON-THE-GO é isso, não parar nem por um segundo, circular por vários lugares e estar em constante evolução.”

A gente assina embaixo! ;)

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MARINA LODUCCA // @marinaloducca

A Marina Loducca é mais uma personagem da série FIEVER City Diver Talks. Diretora de cinema e Filmaker, a Marina se formou em moda no IED, mas depois de voltar de uma viagem pela Espanha, decidiu mudar de área. Ajudou uns amigos na produção de um filme e foi paixão à primeira vista. “As pessoas julgam muito as mudanças e eu sou uma pessoa que muda o tempo todo. De estilo, cabelo e não tem nada melhor do que crescer e aprender, o tempo todo”, conta. Dali em diante, trabalhou como assistente de direção em diversas produtoras até decidir por mais uma transformação: queria aprender a dirigir filmes. Foram 8 meses estudando direção de cinema na NYU e, como resultado, seu filme “Monday Soccer” em festivais como Nitehawk Shorts Festival, em NY, o Pride Pictures, na Alemanha e o Access Code Film Festival, na Índia."

“Gosto muito de cidade grande, voltar de NY foi um desafio e estar de novo em SP, uma adaptação. Sou muito da rua. Escolhi o café HM porque tenho muito essa cultura do café.” Inclusive, o que a Marina poderia fazer em casa, ela sempre preferiu sair pra fazer em cafés, na rua. “Estar vivendo, saindo, tendo história pra contar: tudo isso inspira muito o fazer cinema.” Aliás, um dos projetos futuros da diretora é inspiração pura! “Estou roteirizando os textos de uma amiga que está escrevendo a história de 10 mulheres. São histórias de relacionamentos, maternidade, e eu chorei a cada uma”, conta.

Pra quem tá sempre andando por aí, conforto é fundamental. Por isso a Marina vive de tênis. E a flatform das fotos? Assim como o cinema, foi paixão à primeira vista, mesmo diante de tantas opções da paixão antiga.

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GESSICA JUSTINO // @gessicajustino

A Gessica Justino é mais uma personagem da série FIEVER CITY DIVER TALKS e tem o corpo e a dança como ponto de partida pra diversos projetos e estudos em sua vida, principalmente sobre comportamento social. Bacharelanda em dança, ela trabalha como gerente de projetos, diretora de produção e analista cultural. “A partir do entendimento de que as pessoas se justificam no seu comportamento, do modo de se vestir à preferência de comida, do evento preferido ao bairro de locação, acredito que tudo funciona melhor quando se está em rede. O que me inspira é gente! Nada vale a pena se não começar por pessoas, pelas suas necessidades. Gente plural, multifacetada, que constrói e faz acontecer”, conta Gessica."

As fotos para a série foram feitas na Mangueira, bairro da Zona Norte do Rio onde a Gessica mora e por onde circula. Mais ainda depois do seu projeto xodó, o Barbeiragem, que revela as barbearias de favela como espaços de terapia. “Temos hoje uma instalação de uma barbearia itinerante que pretende circular por cidades, festivais e centros urbanos levando o DNA desses locais através dos serviços de beleza a todos os gêneros e idades. E a pessoa escolhe o quanto quer pagar por esses serviços”, explica.

Por sua história, vivência e trabalho, a Gessica é daquelas nômades urbanas, que circulam por diferentes meios e ambientes. “Viajei por diversos países conhecendo gente, analisando e vivenciando culturas e as coisas mais simples que se possa imaginar. Fui para França, Suíça, Argentina, México, Itália, Finlândia, Inglaterra, Alemanha e também uns cantos do Brasil. Ultrapasso fronteiras e superacredito que, mais do que se misturar, as pessoas precisam se observar, conhecer e conectar.” E, claro, é na rua que se dão esses encontros: “a rua é o lugar onde estão pessoas. Ponto do encontro e desencontro. Lugar onde tudo é possível, das melhores às piores coisas. Digamos que eu e a rua temos uma relação de sobrevivência”.

E se o estilo dela é comandado pela sua rotina criativa e urbana? “O que visto não é o protagonista. Na real esses elementos me fazem ser protagonista da minha própria rotina e são facilitadores do meu corre”, conta a bailarina multifacetada que não tira o tênis do pé.

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LUÍSA VISCARDI // @luisaviscardi

A Luísa Viscardi é a nossa 3ª personagem da série FIEVER CITY TALKS onde mostramos cidadãs urbanas que têm a rua como território e inspiração. E se tem um lugar que inspira a Luísa, desde suas criações no mundo da moda - quando transitava pela equipe de estilo de marcas como Glória Coelho e MCD - até as suas recentes criações de sets e mixagens como DJ, é o ambiente urbano. "Sem dúvidas sou inspirada por todos os movimentos urbanos, isso reflete 100% na minha vida e no meu trabalho. Mesmo quando trabalhava como estilista, minha maior inspiração não partia dos desfiles e sim das ruas. Eu acredito que as tendências, falando até em um sentindo mais amplo (macro-tendências) nascem de alguns comportamentos que só conseguimos observar na rua. Isso é o que me move!"

O local das fotos, o famoso Mirante 9 de Julho, em São Paulo, tem um lugar especial no coração da DJ por ser palco de diferentes manifestações artísticas e, mais especificamente, musicais. “Sempre rolam eventos bacanas aqui, maior vibe! Acho que o lugar carrega muito de São Paulo e ao mesmo tempo traz uma paz e tranqüilidade”, conta. E se a música influencia nosso humor, ela também alcança nosso estilo de vida. Disso a Luísa sabe bem: “eu sou apaixonada pela música e o estilo dos anos 70 e 80 e acho que isso acaba refletindo no meu visual, uma mistura de paetê e brilho com um estilo mais urbano. Sou apaixonada por tênis, coturnos, botinhas…”

Justamente a música e a cultura urbana como um todo que despertaram nela e na sócia Rizza Bomfim a vontade de criar a JAMBOX. O que nasceu como um evento focado em turntablism (criação de novos sons e músicas a partir dos toca-discos), hoje configura uma agência de DJs, conteúdo, curadoria e e-commerce. “Pretendemos transformar o site da JAMBOX em um local de pesquisa para quem se interessa em cultura urbana, um portal de conteúdo mesmo”, explica Luísa. A transformação da empresa tá em processo e ainda esse mês vai dar pra conferir tudo no site.

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MARTHA PINEL // @marthapinel

A segunda personagem da série FIEVER CITY DIVER TALKS é a Martha Pinel, produtora de moda, DJ e dona da marca Croma. Pois é, a tripla jornada faz parte do estilo de vida nômade da Martha. “Me inspira estar sempre em movimento, acordar cedo durante a semana e fazer do meu dia o mais produtivo, ver o por do sol todos os dias da onde eu estiver, estar sempre planejando alguma viagem. Só paro em casa pra dormir!”, conta. E, claro, a rotina também influencia a escolha de looks. “Meu modo de me vestir é 100% afetado pelo meu lifestyle. Muitas vezes saio de casa de manhã cedo e vou emendando um programa no outro, por isso gosto muito de usar tênis - dá pra usar do dia à noite, da viagem de avião a uma festa, sem ter que trocar de sapato”.

As fotos para a série foram feitas em Santa Teresa, um bairro “fora do comum” pra Martha por revelar diferentes spots. “Me sinto como se estivesse viajando, mesmo estando no Rio”. Já deu pra perceber que a Martha adora uma viagem, né? “Minha rotina é bem puxada, por isso nas férias gosto de relaxar! Meu destino favorito é praia!”, explica. A última que ganhou seu coração foi Los Roques, na Venezuela, e já está na lista pra voltar.

A Croma, marca dela com o namorado, é feita de roupas pintadas à mão em tie dye e tem o simples - e maravilhoso - objetivo de "colorir o mundo"! As camisas e cangas surgiram de uma das tantas viagens do casal pra Búzios. Eles resolveram fazer umas peças pra eles mesmos e logo os amigos já estavam pedindo encomendas. “Decidimos que a Croma viraria um coletivo que vai se transformando. Em breve, levaremos a identidade que começou nas roupas para a produção de eventos de música.” A ideia é que, assim como ela, a marca também seja ON-THE-GO, e esteja sempre passando por processos de transformação. Afinal, ficar parado pra quê, né?

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RAFAELA MONTEIRO // @rafamon_

A primeira personagem da série Fiever City Diver Talks é Rafaela Monteiro, aka Rafa Mon, artista urbana e entusiasta da ocupação das cidades. Rafa sempre desenhou, mas foi há três anos, quando resolveu abandonar o mundo da moda depois de 10 nesse “corre”, que ela realmente descobriu um novo ofício nessa paixão. “Eu comprei o material que precisava e comecei a pintar e vender”, conta.

Mas o papel foi ficando pequeno. “Eu queria pintar grande! Procurei um amigo artista plástico pra pedir indicação de algum curso, e ele me disse na hora pra esquecer isso, pegar meu material e sair experimentando por aí”. E foi isso que ela fez. O primeiro desenho, tímido, foi no muro de casa mesmo. O segundo, já mais confiante e ousado, foi no viaduto do BRT na Ilha do Governador, bairro onde mora: uma sereia que logo depois foi apagada; Rafa tratou de pintar uma caveira no mesmo local, com os dizeres “Aqui jaz Iara”. Esse novo desenho também já não está mais lá, mas o que não falta é muro que recebeu o toque e as cores da artista pelo Rio, São Paulo e Belo Horizonte (ela é mineira, a propósito), como esse aí das fotos no Boulevard Olímpico. Aliás, estar na rua, sempre em movimento, atrás de espaços e inspirações é parte de ser ON-THE-GO. “Estou sempre buscando uma nova motivação para ir pra rua, e o meu trabalho é a melhor delas. Adoro observar o ambiente ao meu redor. É a nossa capacidade de observação que dita nosso estilo - de trabalho, de vestir, de viver”, conta.

“No início eu senti muita dificuldade, principalmente por ser mulher. E ainda sinto. A rua é um ambiente muito hostil e predominantemente masculino”, diz a artista, feminista militante que acredita que vivemos uma evolução social e pessoal constante. “As questões políticas estão batendo toda hora na sua porta e não dá pra separar seu trabalho e estilo de vida da sua postura diante de injustiças. Todo seu ser acaba refletindo a forma como você se posiciona politicamente. E à medida que você fica mais consciente dos problemas que enfrentamos, você cresce e amadurece.”

 “Eu gosto de pintar em escolas públicas, por exemplo. Você dá uma roupa nova, a arte traz outras perspectivas pra determinados lugares. Essa semana mesmo pintei o muro de uma escola que estava todo descascado em Ipanema, e as crianças adoraram.” A arte urbana talvez seja a que mais dialoga com os moradores das cidades porque ela não está escondida em museus ou galerias, mas ali, escancarada para pedestres e motoristas, moradores ou turistas. “Pra mim tem que ser o mais leve possível. Você fala direto com o público, convida as pessoas a se relacionarem com a sua arte e eu gosto dessa conexão que se dá na rua.” Nós também.

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